Metáforas para brincar na Tempestade Pelo caminho da vida Vou colhendo flores Pra ti ofertar Pra dizer Que te amo Na forma mais simples De amar Vou te ensinar Como colhe as flores Como apreciar O perfume do jasmim Parar pela tarde E contemplar o pôr do sol Pela manhã cuidar Do nosso jardim E na hora de dormir Cantarolar uma canção Para acalmar nosso coração Um poema Para celebrar Os instantes As constantes Alegrias da vida Um poema Para verbalizar Nossa história No presente Tão contente Um poema Para compartilhar Sorrisos e manhãs Um poema Para você amanhecer Sorridente Um poema Para você anoitecer Em paz Este poema não é Meu Não é teu É uma construção Coletiva Que o universo nos deu Escrevo este poema Para eternizar teu Pequenino sorriso Carregado de luz Escrevo para eternizar Nossas brincadeiras Nossos pensamentos Um poema de brincadeira Um poema alegre Não quero...
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SOBRE ALESSANDRO GONDIM
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Alessandro Gondim, acreano de Rio Branco. Poeta desde que passou a ser observador: de si mesmo, de figuras de autoridades, do que rege a vida, de sentimentos, do outro. Desde quando necessitou viver a vida com uma sabedoria maior, se libertar daquilo que o aprisionava. Quando se deu conta que essa era a prisão onde ele se colocou para viver aqueles papéis que escolhera assumir. Na hora da ruptura. Uma metamorfose. A poesia virou um hábito para que assim, fosse possível seguir na observância do passado, presente e futuro. Com ela, alcançou entendimento, a conexão com o universo da sua própria consciência. O pilar da liberdade. Se libertar e ainda assim pertencer. A poesia outorgou essa permissão. Com ela foi engendrado um novo ser. Agora ele vive com nova consciência não tão plena, mas bem criativa. Talvez pelo resgate daquele menino desafortunado que nasceu na periferia, onde a falta era compensada por abundância de pequenos prazeres, bons amigos, descobertas. E aqui está nessa no...